Disfunção Erétil (alteração no processo normal de ereção peniana) é hoje o termo considerado mais apropriado para o que antes se chamava de impotência sexual. Disfunção Erétil é a incapacidade persistente de se obter ou de manter a ereção peniana adequada para a penetração vaginal.

Dados da Organização Mundial de Saúde sugerem que 30% da população economicamente ativa manifesta algum tipo de Disfunção Erétil (DE), o que no Brasil representa cerca de 11 a 15 milhões de homens.

A disfunção Erétil de causa emocional é bastante frequente uma série de fatores que influenciam no aparecimento: características de personalidade, estresse, trabalho, as circunstâncias em que se dão as relações sexuais, transtornos relacionados a ansiedade, doenças depressivas e outros transtornos psiquiátricos. A de causa orgânica, por sua vez, está associada a uma série de condições e doenças físicas como doenças ou alterações vasculares, distúrbios neurológicos, doenças que causam alterações hormonais ou lesões orgânicas localizadas no próprio pênis (principalmente no corpo cavernoso).

Os medicamentos orais são atualmente o tratamento de escolha na maioria dos casos. Esses novos fármacos revolucionaram o tratamento da DE, pois são de fácil utilização, apresentam bons índices de eficácia e, por serem em comprimido, não tiram a espontaneidade das relações sexuais.

É fundamental que diante de uma suspeita de disfunção erétil se consulte um médico, pois somente ele poderá diagnosticar a existência ou não de DE, e a condução do tratamento, escolhendo e sugerindo o melhor método ou medicamento para o tratamento de cada caso.

Fonte: Site Saúde em Movimento